sexta-feira, 13 de março de 2009

Cinomose Aqui Não


Quando se fala sobre a saúde dos cães, muita gente sabe o que quer dizer raiva, doença do carrapato e sarna. No entanto, quando se fala em leishmaniose, parvovirose e cinomose nem todos conhecem essas enfermidades, mesmo que elas afetem grande número de animais.

Pensando nisso, a Merial está lançando a campanha “Cinomose Aqui Não”, por meio da qual irá doar à WSPA Brasil 5% do total das doses vendidas nos meses de abril e maio da vacina Recombitek contra a cinomose.

– A Merial tinha a vontade de contribuir com a saúde animal através da doação de vacinas e tomou a iniciativa de fazer uma pesquisa para identificar ONGs renomadas capazes de fazer bom uso desse material. Foi assim que conhecemos a WSPA, que possui história, atuação nacional e trabalhos voltados para o bem-estar dos animais de companhia – conta Marta Helena Cintra, Analista de Marketing da área de animais de companhia na Merial.

A campanha

A campanha será realizada em abril e maio em todo o Brasil. O objetivo é alertar médicos veterinários e donos de cães sobre a importância da vacinação anual e a necessidade de se eliminar essa doença grave (praticamente fatal) que ainda mata milhares de cães no país.


Para se ter uma idéia, apenas 7 milhões de cães são vacinados anualmente contra a cinomose, dentro de uma população estimada em 30 milhões de cães.

Sendo assim, a Merial se propôs a doar 5% do total das doses vendidas durante esses meses de suas vacinas contra cinomose (Recombitek C4/CV para filhotes e Recombitek C6/CV para cães adultos). As vacinas serão encaminhadas para ONGs afiliadas à WSPA Brasil que trabalham com cães e contam com médico veterinário.

O veterinário de cada uma dessas ONGs selecionadas irá, então, aplicar as vacinas e fornecer ao cliente um cartão de identificação devidamente preenchido, com carimbo, número do CRMV do veterinário responsável, assinatura e etiqueta da vacina aplicada. Ele também informará sobre a necessidade da vacinação anual.

Além da doação, dezenas de milhares de panfletos e cartazes de conscientização serão distribuídos por clínicas espalhadas por todo o Brasil, anúncios serão publicados em revistas e pessoas interessadas no bem-estar dos animais também serão informadas sobre a campanha via newsletter. Assine o newsletter da WSPA Brasil aqui.

Cinomose

A cinomose é uma doença altamente contagiosa provocada pelo Vírus da Cinomose Canina (VCC) e pode afetar todo tipo de cão. Junto com ela, geralmente aparecem infecções causadas por bactérias. No entanto, ela não é uma zoonose, isto é, não passa para seres humanos, apesar de que o ser humano pode carregar o vírus até que ele chegue a um animal sadio.

A transmissão ocorre através do contato com secreções do nariz e da boca do animal, como por um espirro.

– Fora do hospedeiro, o vírus morre facilmente e, por isso, é fácil fazer o controle ambiental da disseminação da doença. A melhor opção para combater a doença é a prevenção através da vacina. O periodo de permanência do vírus no ambiente gira em torno de 30 a 40 dias, caso seja feita uma desinfecção adequada, de preferência com o uso de água sanitária. Mas normalmente pedimos uma margem de segurança de 3 meses, no mínimo – explica Mônica Almeida, Gerente de Programas Veterinários da WSPA Brasil.

Faça sua parte

A informação está disponível e as vacinas também. Cabe aos veterinários do Brasil informar a seus clientes sobre a necessidade da vacinação anual contra a cinomose e a você, que ama seu cão, levá-lo para um dos locais de vacinação para dar a ele a dose recomendada e protegê-lo contra esse mal.

Lembre-se: cãezinhos podem ser vacinados a partir de 6 semanas de vida, sendo que animais doentes, subnutridos ou parasitados devem ser tratados antes de receber a vacina.

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quarta-feira, 11 de março de 2009

Barry o Cachorro de Resgate


Barry foi o mais famoso cachorro que trabalhou em resgates nas montanhas geladas dos Alpes.

Este São Bernardo que viveu de 1800 a 1814, na fronteira da Suiça com a Itália, foi o responsável pelo resgate de 40 a 100 pessoas.
Seu corpo se encontra hoje, preservado no Museu de História Natural de Berna, na Suiça e ergueram uma estátua em sua homenagem no Cimetière des Chiens (cemitério de animais) de Paris; existe também um quadro de Salvatore Rosa, em um hospício nos Alpes Suiços.

Ele se destacava, por sua habilidade em cavar as geleiras e achar a vítima soterrada.
Seu caso mais famoso inclusive, foi o salvamento de um garoto que estava abaixo de uma espessa camada de gelo, entregue à própria sorte.

Seria impossível para qualquer homem atingir o ponto exato para o salvamento, mas Barry driblou todas as advesidades e cavando centímetro por centímetro conseguiu salvar o menino da morte certa.

Escavando a neve, ele livrou primeiro a camada de gelo do rosto do menino, mas o que restava de neve era muito pesada ainda e o local, muito difícil de ser escalado.

Como não poderia contar com nenhuma ajuda, Barry começou a lamber o rosto do menino, que acordou e passou seus braços em volta do forte pescoço do São Bernardo.

O cão puxou-o cuidadosamente e o trouxe para um local seguro, onde o garoto foi socorrido e salvo.

Não existe nenhum registro que Barry carregava alguma bebida em seu barril, pendurado no pescoço, os monges dessas montanhas, também negam esta lenda.

Outra lenda ao redor de Barry, é que ele teria sido morto por engano por alguém que o confundiu com um lobo, o que parece improvável, em virtude de sua idade avançada.

Alguns também dizem, que ele foi morto durante o resgate de um prisioneiro fugitivo; ao encotrá-lo inconsciente, Barry deitou-se sobre seu corpo para aquecê-lo, quando acordou, o prisioneiro assustado, teria o esfaqueado, pensando estar sendo atacado.

Mas a versão que eu prefiro acreditar, é que Barry foi aposentado com honras e terminado sua vida como reprodutor.

Os cães usados pelos monges do Passo do Grande São Bernardo, são bem diferentes, no formato e na cor, dos São Bernardos atuais.

Após um acidente no canil, que matou boa parte dos cachorros, os monges foram obrigados a cruzar seus São Bernardos com alguns Mastiffs.

O que explica o nome "Bäri", como os São Bernardos originais que tinham pelagem escura, não tão clara como os atuais.
Conheça outras histórias de cachorros fantásticos como Barry, acessando a coluna Guinefot do site do Guapeca.


Fonte: Wikipédia




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