sábado, 6 de junho de 2009

Um mínimo gesto, significa muito!


Muitas vezes, conversamos sobre resgatar animais de rua, da importância que isso tem, não só para os animais que passam a ter uma vida digna, segura e saudável, não só para nós, que ganahmos um companheiro para toda a hora, mas pricipalmente para a sociedade como um todo.

Uma cadela pode procriar duas vezes por ano, levando-se em conta uma média de 6 filhotes por gestação, ao final de 10 anos, ela terá colocado no mundo, direta e indiretamente, mais de oitenta milhões de cachorros!!!

Esses número não são invenções de ecochatos, estes números não são fornecidos por alarmistas de plantão, estes números fazem parte de um cálculo estatístico básico, que qualquer um com conhecimento poderá comprovar.

Oitenta milhões de animais a mais nas ruas, por conta de uma única fêmea não castrada na rua há dez anos atrás.

Agora imagine se essa cadelinha, tivesse sido tirada da rua, como a nossa Bechamel, por protetores, imagine se ela tivesse sido alimentada, vermifugada, vacinada e castrada e na sequência doada para você...

Na cabeça de muitos, o fato de um cachorro ter sido tirado da rua, não muda em nada o problema de zoonoses em uma cidade grande. Realmente, um cachorro a menos na rua não muda nada.

Mas oitenta milhões de animais, já é um número considerável...

As cidades hoje, não tem oitenta milhões de animais na rua, muitas cidade hoje, poderiam não ter nenhum animal de rua, se um único cachorro, tivesse sido resgatado há dez anos atrás.

Tudo poderia ser diferente hoje, se esta consciência existisse há dez anos atrás, mas não existia... Mas isso não nos permite fechar os olhos, cruzar os braços e mal dizer as gerações passadas. Cabe a nós iniciarmos este ciclo, cabe a nós entendermos que um único cachorro retirado das ruas, faz SIM uma diferença enorme!!

Quando passar pela sua cabeça a dúvida, se vale ou não a pena adotar um cachorro de rua, se esse seu gesto vai ou não mudar o mundo, pense neste número:

Oitenta milhões, trezentos e noventa e nove mil, setecentos e oitenta cachorros!!!

Este é o número de cachorros que você terá salvado em dez anos!

Todo mundo sempre sonha ser um herói, um nome a ser lembrado, realizar algo realmente grandioso, pois bem, você hoje tem a chance de realizar isso. Basta adotar um único cachorro de rua e você terá colocado na história o seu nome!!!

Marcadores: , , , ,

AddThis Feed Button

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Smoky a cadela soldado


Smoky, uma Yorkshire Terrier, nasceu em 1943, mas foi encontrada perdida na floresta da Nova Guiné em 1944.

Tudo levava a crer, que ela pertencia aos japoneses, mas ao ser levada à um campo de concentração, não respondia a nenhum comando em japonês, muito menos em inglês.

Smoky foi então vendida por US$ 6,44 (dinheiro este, usado nos jogos de poker), ao cabo William A. Wynne, que servia no esquadrão aéreo de reconhecimento fotográfico. A partir deste dia, eles nunca mais se separaram.

Nos dois anos seguinte, Smoky e William participaram juntos de diversas missões, sobrevivendo às duras condições climáticas da floresta da Guiné e Rock Island.

Smoky dormia na tenda jundo com William, em uma mochila preparada para isso e dividiam a ração de comida que lhe era cabida. Ela não recebia comida especial, nem tratamento médico, no entanto, nunca ficou doente.

Smoky realizou doze missões de combate e ganhou oito estrelas de batalha. Ela sobreviveu a cento e cinquenta raids aéreos na Nova Guiné e atravessou um furacão em Okinawa. Ela pulou de ma torre de trinta pés, com um para-quedas especialmente feito para ela. Smoky ainda salvou a vida de William e outros soldados ao longo da guerra.

Nas horas vagas, Smoky aprendeu vários truques e entretia as tropas, truques estes, que depois foram usados nos hospitais para animar os pacientes feridos de guerra. Esta nova missão, lhe garantiu da revista Yank Down Unde o prêmio de "Mascote Campeã do Sudoeste do Pacífico".

Ela se tornou heroina novamente, quando ajudou os engenheiros a construirem a base aérea do Golfo de Lingayen, Luzon. Eles precisavam passar um cabo de telégrafo, por um conduite de setenta pés e penas 8 polegadas de diâmetro, apenas Smoky, com seus 2 kilos, poderia realizar o feito.

Smoky ajudou também em um trabalho de escavação, que iria durar três dias com métodos normais, em apenas algums minutos, sem por em perigo nenhum soldado, nem a missão de transporte dos caças de reconhecimento.
Ao voltar para os EUA, Smoky e William, foram saudados como heróis e seus feitos foram divulgados por toda a imprensa, tornando-a famosa pelo país inteiro, tanto que, nos dez anos seguintes, a dupla viajou fazendo apresentações, aparecendo em programas de televisão, divertindo os veteranos de guerra nos hospitais e até estrelando filmes.

Foi erguido um monumento à Smoky em Eastlake Doggy Park, Cleveland, onde diz: "O menor soldado da II Guerra Mundial e o mais famoso cão de guerra". No Dia do Veterano de 2005, uma nova escultura foi criada em Cleveland Metroparks, na Reserva de Rocky River, em Ohio, esculpida por Susan Bahary perpetua uma famosa foto dela, onde ela está sentada dentro de um capacete de guerra(primeira foto).
Segundo investigações do Animal Planet, Smoky foi o primeiro cachorro terapeuta que se tem registro, seu trabalho começou em 1944 no 233º Station Hospital na Nova Guiné, onde ela acompanhava as enfermeiras que cuidavam das vítimas da invasão da Ilha Biak, foram doze anos de serviços prestados nesta área.
Smoky agora virou livro " Yorkie Doodle Dandy" e você pode comprá-lo no Amazon, através deste link: Yorkie Doodle Dandy

Após a morte de Smoky, seu obituário foi publicado, contando seus feitos. Foi então que Grace Guderian ligou para William e lhe contou, que em 1944 ela trabalhava como enfermeira na Nova Guiné e havia ganho de natal uma Yorkshire de natal, chamada Christmas, mas ela havia perdido a cachorra, bem próxima do local onde Smoky foi encontrada.
Coincidência ou não, Smoky sempre respondia quando ouvia a palavra Christmas...

Marcadores: , , , , ,

AddThis Feed Button


 
Blog Widget by LinkWithin