segunda-feira, 27 de abril de 2009

McHorror - Você sabe como é feito o seu Nuggets?

Este post, não tem a intenção de torná-lo vegetariano, eu mesmo não sou.

Também não tem a intenção de pedir para você, não frequentar mais o seu fast food preferido.

Assim como esta, não é a intenção da PETA, organizadora da campanha!

A nossa intenção é trazer informações, para lutarmos por meios decentes e dignos de abate dos animais, apenas isso.

O animal que comemos, não precisa passar por sessões de tortura, e crueldade que assombrariam qualquer um.

A sua carne não precisa vir acompanhada deste sofrimento, completamente desnecessário, ou você acha que toda esta maldade não fica incorporada nela?

Preferi não postar nehuma foto, nem descrever os métodos de abate, utilizados pelo fast-food em questão, ninguém é obrigado a ver, nem saber, muito menos tomar partido.

Mas se eu consegui fazer você parar para pensar, por um minuto que seja, que não é necessária essa crueldade, para o seu sanduiche chegar na sua mesa, então o meu dever foi cumprido!

Coma carne sossegado, sem culpa, aprecie sua refeição, mas se puder escolher, procure alimentos que não sujeitam o animal a sofrimentos "desumanos", como nuggets, vitela, fois gras, etc..

Se você ainda assim, quiser saber um pouco mais, embaixo está um vídeo, que poderá lhe mostrar mais a respeito do que eu disse. As imagens são fortes demais, só assista, se realmente estiver pronto para isso.

Você pode ajudar, entrando nesta página e assinar a carta feita pela PETA e endereçada à direção do fast-food, pedindo apenas, métodos menos cruéis de abate.


Fonte:http://www.mccruelty.com/why.aspx

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sexta-feira, 24 de abril de 2009

Falta de Respeito com a Vida!


"A Sociedade Amigos dos Animais (Soama) protesta contra a superlotação de cães em chácara da ONG São Virgílio da Sexta Légua (RS), próxima a Caxias do Sul; segundo o site do jornal gaúcho "O Pioneiro", o objetivo da ação é evitar que mais animais sejam abandonados nas proximidades.

A chácara tem capacidade para 1.800 animais e há semanas em que até 10 bichos são deixados perto do local, publicou o jornal Porthus Junior/RBS"

Fonte: http://noticias.uol.com.br/album/090424_album.jhtm?abrefoto=29


O que realmente me irrita ao ver este tipo de coisa, é que as pessoas, ao invés de colaborarem com uma iniciativa maravilhosa como esta da Soama, se aproveitam da benevolência e do espírito protetor destas pessoas, para facilitar a transferência da responsabilidade.

É muito fácil e cômodo, para este bando de ignorante e imbecis, largarem aqui seus cachorros, que cresceram demais, ou que fizeram xixi no tapete, ou que rasgaram o sofá.

Na mente torpe desses infelizes, a Soama irá cuidar, então não tem problema se livrar do seu animal de estimação... É apenas um erro que foi reparado, um incômodo que foi resolvido, ou uma atitude impulsiva que foi contornada.

Vida?

Para eles, animais não são gente, não sofrem, não sentem a falta dos seus donos, não sentem frio, não sentem fome, não ficam doentes... Para eles é apenas algo que passou, que não tem mais serventia, nem valor.

Para esse tipo de gente, não existe castigo maior que eu possa desejar, do que nunca na vida, ter o amor, a dedicação e a fidelidade de um cachorro por perto...Apenas isso!

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quarta-feira, 1 de abril de 2009

Smoky a cadela soldado


Smoky, uma Yorkshire Terrier, nasceu em 1943, mas foi encontrada perdida na floresta da Nova Guiné em 1944.

Tudo levava a crer, que ela pertencia aos japoneses, mas ao ser levada à um campo de concentração, não respondia a nenhum comando em japonês, muito menos em inglês.

Smoky foi então vendida por US$ 6,44 (dinheiro este, usado nos jogos de poker), ao cabo William A. Wynne, que servia no esquadrão aéreo de reconhecimento fotográfico. A partir deste dia, eles nunca mais se separaram.

Nos dois anos seguinte, Smoky e William participaram juntos de diversas missões, sobrevivendo às duras condições climáticas da floresta da Guiné e Rock Island.

Smoky dormia na tenda jundo com William, em uma mochila preparada para isso e dividiam a ração de comida que lhe era cabida. Ela não recebia comida especial, nem tratamento médico, no entanto, nunca ficou doente.

Smoky realizou doze missões de combate e ganhou oito estrelas de batalha. Ela sobreviveu a cento e cinquenta raids aéreos na Nova Guiné e atravessou um furacão em Okinawa. Ela pulou de ma torre de trinta pés, com um para-quedas especialmente feito para ela. Smoky ainda salvou a vida de William e outros soldados ao longo da guerra.

Nas horas vagas, Smoky aprendeu vários truques e entretia as tropas, truques estes, que depois foram usados nos hospitais para animar os pacientes feridos de guerra. Esta nova missão, lhe garantiu da revista Yank Down Unde o prêmio de "Mascote Campeã do Sudoeste do Pacífico".

Ela se tornou heroina novamente, quando ajudou os engenheiros a construirem a base aérea do Golfo de Lingayen, Luzon. Eles precisavam passar um cabo de telégrafo, por um conduite de setenta pés e penas 8 polegadas de diâmetro, apenas Smoky, com seus 2 kilos, poderia realizar o feito.

Smoky ajudou também em um trabalho de escavação, que iria durar três dias com métodos normais, em apenas algums minutos, sem por em perigo nenhum soldado, nem a missão de transporte dos caças de reconhecimento.
Ao voltar para os EUA, Smoky e William, foram saudados como heróis e seus feitos foram divulgados por toda a imprensa, tornando-a famosa pelo país inteiro, tanto que, nos dez anos seguintes, a dupla viajou fazendo apresentações, aparecendo em programas de televisão, divertindo os veteranos de guerra nos hospitais e até estrelando filmes.

Foi erguido um monumento à Smoky em Eastlake Doggy Park, Cleveland, onde diz: "O menor soldado da II Guerra Mundial e o mais famoso cão de guerra". No Dia do Veterano de 2005, uma nova escultura foi criada em Cleveland Metroparks, na Reserva de Rocky River, em Ohio, esculpida por Susan Bahary perpetua uma famosa foto dela, onde ela está sentada dentro de um capacete de guerra(primeira foto).
Segundo investigações do Animal Planet, Smoky foi o primeiro cachorro terapeuta que se tem registro, seu trabalho começou em 1944 no 233º Station Hospital na Nova Guiné, onde ela acompanhava as enfermeiras que cuidavam das vítimas da invasão da Ilha Biak, foram doze anos de serviços prestados nesta área.
Smoky agora virou livro " Yorkie Doodle Dandy" e você pode comprá-lo no Amazon, através deste link: Yorkie Doodle Dandy

Após a morte de Smoky, seu obituário foi publicado, contando seus feitos. Foi então que Grace Guderian ligou para William e lhe contou, que em 1944 ela trabalhava como enfermeira na Nova Guiné e havia ganho de natal uma Yorkshire de natal, chamada Christmas, mas ela havia perdido a cachorra, bem próxima do local onde Smoky foi encontrada.
Coincidência ou não, Smoky sempre respondia quando ouvia a palavra Christmas...

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