Chip nos Guapecas
A partir desta semana, os guapecas encaminhados para adoção pelo canil municipal de Porto Alegre, receberão uma identificação eletrônica do Centro de Controle de Zoonoses da prefeitura.
Com este chip, será possível encontrar animais perdidos e obter informações sobre seus donos. Os cachorros saem do canil vacinados e vermifugados, mas muitos donos não seguem vacinando seus animais. Este é o foco principal da campanha, que visa monitorar a origem de doenças nos cães.

"Com a identificação dos animais, podemos também identificar o proprietário e responsabilizá-lo em caso de abandono ou maus-tratos", disse José Carlos Sangiovanni, veterinário responsável pelo projeto, que prevê uma diminuição grande nas doenças apresentadas, após a implantação do chip.
A responsabilidade legal pelos cães está prevista no Código Municipal da Saúde, no Código de Posturas do município e na Lei de Crimes Ambientais. As penalizações, entretanto, são raras em função da dificuldade de se relacionar os animais a seus proprietários.
Um projeto de lei que tramita na Assembleia Legislativa pretende estender a obrigatoriedade de identificação a todos os cães do Estado.
Dos 300 mil cachorros de Porto Alegre, 15 mil estão nas ruas. O projeto pertende identificar inicialmente 2 mil cachorros que passam pelo centro de zoonoses por ano. cada chip custa por animal, R$ 15,00.
Tudo muito bonito, tudo muito legal, mas já vieram as reclamações.
Aliás, ao meu ver, um dos principais motivos, para causas ambientalistas e para proteção dos animais, não terem a devida atenção e adesão, se deve ao fato de que nada, nunca está bom para os seus ativistas.
Segundo Airton Marcolino, presidente da Associação Pró-Direito dos Animais de Porto Alegre (Aprodan), a adoção de animais será dificultada com o monitoramento. "Vai ficar ainda mais difícil conseguir um dono para os cachorros de rua", disse.
A associação tem 700 cães sem raça à espera de um dono. Hoje, apenas um em cada cem animais consegue ser adotado.
A presidente da Associação Gaúcha de Proteção aos Animais (AGPA), Lenir Oliveira Pascoal, também é contra a medida. Ela defendeu políticas públicas de castração em massa dos animais de rua, em vez do investimento em identificação eletrônica. "Também ajudaria se o centro melhorasse as condições de hospedagem de seus animais", afirmou. Segundo ela, as condições do canil do CCZ são precárias.
EU penso o seguinte:
Concordo em parte com a Sra. Lenir, acho que projetos para castração em massa para os animais de rua, feito pelas prefeituras, uma atitude que já deveria ter sido tomada há muito tempo.
Melhorar condições de hospedagem é algo, que tem que se ter em mente sempre! Mas mapear e rastrear, focos de doenças, é tão importante quanto, e acredito que, se estas associações apoiássem o projeto, a prefeitura poderia ver a causa dos animais e os seus ativistas com outros olhos.
Em relação ao Sr. Airton, vai me desculpar, mas um inivíduo, que deixa de adotar um cachorro, com medo que descubram que ele maltrata o animal... é melhor que não adote mesmo! Deixe o cachorro na rua, que ele terá mais chances.
Enfim, o projeto foi lançado, a iniciativa foi tomada, se é perfeita ou não, se é a ideal ou não, se é o melhor projeto ou não, apenas o tempo poderá dizer. Eu fico na torcida para que a vida dos guapecas melhore, e que outros projetos e outras prefeituras se mobilizem pela causa. Quando alguém acertar em cheio...aí então, é só copiar!
Com este chip, será possível encontrar animais perdidos e obter informações sobre seus donos. Os cachorros saem do canil vacinados e vermifugados, mas muitos donos não seguem vacinando seus animais. Este é o foco principal da campanha, que visa monitorar a origem de doenças nos cães.

"Com a identificação dos animais, podemos também identificar o proprietário e responsabilizá-lo em caso de abandono ou maus-tratos", disse José Carlos Sangiovanni, veterinário responsável pelo projeto, que prevê uma diminuição grande nas doenças apresentadas, após a implantação do chip.
A responsabilidade legal pelos cães está prevista no Código Municipal da Saúde, no Código de Posturas do município e na Lei de Crimes Ambientais. As penalizações, entretanto, são raras em função da dificuldade de se relacionar os animais a seus proprietários.
Um projeto de lei que tramita na Assembleia Legislativa pretende estender a obrigatoriedade de identificação a todos os cães do Estado.
Dos 300 mil cachorros de Porto Alegre, 15 mil estão nas ruas. O projeto pertende identificar inicialmente 2 mil cachorros que passam pelo centro de zoonoses por ano. cada chip custa por animal, R$ 15,00.
Tudo muito bonito, tudo muito legal, mas já vieram as reclamações.

Aliás, ao meu ver, um dos principais motivos, para causas ambientalistas e para proteção dos animais, não terem a devida atenção e adesão, se deve ao fato de que nada, nunca está bom para os seus ativistas.
Segundo Airton Marcolino, presidente da Associação Pró-Direito dos Animais de Porto Alegre (Aprodan), a adoção de animais será dificultada com o monitoramento. "Vai ficar ainda mais difícil conseguir um dono para os cachorros de rua", disse.
A associação tem 700 cães sem raça à espera de um dono. Hoje, apenas um em cada cem animais consegue ser adotado.
A presidente da Associação Gaúcha de Proteção aos Animais (AGPA), Lenir Oliveira Pascoal, também é contra a medida. Ela defendeu políticas públicas de castração em massa dos animais de rua, em vez do investimento em identificação eletrônica. "Também ajudaria se o centro melhorasse as condições de hospedagem de seus animais", afirmou. Segundo ela, as condições do canil do CCZ são precárias.
EU penso o seguinte:
Concordo em parte com a Sra. Lenir, acho que projetos para castração em massa para os animais de rua, feito pelas prefeituras, uma atitude que já deveria ter sido tomada há muito tempo.
Melhorar condições de hospedagem é algo, que tem que se ter em mente sempre! Mas mapear e rastrear, focos de doenças, é tão importante quanto, e acredito que, se estas associações apoiássem o projeto, a prefeitura poderia ver a causa dos animais e os seus ativistas com outros olhos.
Em relação ao Sr. Airton, vai me desculpar, mas um inivíduo, que deixa de adotar um cachorro, com medo que descubram que ele maltrata o animal... é melhor que não adote mesmo! Deixe o cachorro na rua, que ele terá mais chances.
Enfim, o projeto foi lançado, a iniciativa foi tomada, se é perfeita ou não, se é a ideal ou não, se é o melhor projeto ou não, apenas o tempo poderá dizer. Eu fico na torcida para que a vida dos guapecas melhore, e que outros projetos e outras prefeituras se mobilizem pela causa. Quando alguém acertar em cheio...aí então, é só copiar!
Marcadores: adocao, animais, cachorros, castracao, chip, conscientizacao, rua






































2 Comentários:
Concordo que o chip é uma medida benéfica e necessária e vai diminuir as pessoas que adotam só por adotar, como se comprasse um vaso, o que é muito bom.
Abraços
Por
Rodrigo Piva, Às
5 de Março de 2009 11:40
Rodrigo, entendo dessa forma também...se neguinho não adota com medo de descobrirem alguma coisa...então melhor não adotar, eu não teria problema nenhum em adotar uma animal com chip, muito pelo contrário...se um dia, por acidente, ele fugir, vou poder rastreá-lo.
Por
Alexandre Brendim, Às
5 de Março de 2009 12:13
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